✦ Bastidores
Como esta página é gerada
Cada página de estrela ou constelação do Stargate nasce de uma pesquisa feita com ajuda de IA, revisada por uma pessoa e guardada de um jeito que você consegue conferir. Aqui a gente conta, sem mistério, o que a IA faz, o que ela não faz e como cada informação chega até a tela.
O caminho da informação
Pense numa linha de montagem com quatro estações. Em cada uma, o material fica um pouco mais organizado e mais fácil de conferir.
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1. Captura
Com um pedido do tipo “Captura Stargate: Sirius”, a IA lê as fontes que a Aileen já reuniu (livros, artigos, transcrições de aula) e, quando precisa, pesquisa na web. Ela preenche uma ficha padrão: identificação, dados astronômicos, história, culturas, mitologia, astrologia, magia e oráculo. O formato é sempre o mesmo, para toda estrela e constelação.
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2. Revisão
A ficha vai para o caderno de pesquisa da Aileen, onde ela lê, corrige e decide o que fica. Nada vai para o site sem essa leitura.
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3. Tradução para dados
A ficha (um texto corrido) é “fatiada” num arquivo estruturado, no formato JSON: uma lista de afirmações, uma lista de nomes, uma lista de correspondências e uma lista de referências. Esse arquivo também é revisado antes de seguir, e fica guardado com histórico de alterações.
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4. Carga no site
Um programa lê o arquivo e cria os registros no banco de dados do site. A página que você está vendo é montada na hora a partir desses registros.
O que a IA faz (e o que não faz)
A IA ajuda a
- Ler muita fonte rápido e achar o que cada uma diz sobre a estrela.
- Separar o que é dado astronômico, mito, astrologia, magia ou oráculo.
- Quebrar o texto em afirmações pequenas, uma por linha, cada uma com a sua fonte.
- Reunir nomes e correspondências que aparecem em várias obras.
- Conferir se toda citação tem uma referência e vice-versa.
A IA não pode
- Inventar dado, data, etimologia ou referência: onde não há fonte, a ficha fica em branco.
- Decidir sozinha o que entra no site: a revisão é humana.
- Passar texto que ela mesma escreveu como se fosse de uma pessoa (veja “Gnose e textos de IA”).
- Usar fonte que não dá para conferir.
Como as referências se juntam
Esta é a parte técnica mais importante, e a ideia é simples: nenhuma informação anda sozinha.
- Uma afirmação por linha. Em vez de um parágrafo com cinco fatos misturados, cada fato vira um registro próprio (no banco ele se chama Claim, “afirmação”). Assim dá para dizer exatamente de onde veio cada um.
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Cada afirmação aponta para a sua fonte. Na ficha, a citação é uma chave curta, como
[Allen, 1963]. No banco, ela se liga à obra completa: autor, título, ano, link ou arquivo e, quando existe, a página e a citação literal. - Mais de uma fonte, uma só linha. Se duas obras dizem a mesma coisa (por exemplo, a mesma pedra associada à estrela), o registro é um só, com as duas referências ligadas a ele. Nomes diferentes para o mesmo valor também se juntam.
- Cada obra é cadastrada uma vez. Livros muito usados têm uma “chave de catálogo” fixa. Assim, o Agrippa citado na ficha do Sirius e o Agrippa citado na ficha da Spica são a mesma referência, e a lista de recursos do site não enche de duplicatas.
- Sem referência conferível, não entra. Fontes que ninguém consegue verificar (como uma planilha antiga sem origem) ficam de fora. O programa de carga recusa a ficha inteira se encontrar isso.
- Na página, viram notas de rodapé. Cada aba numera as fontes que usou (1 2…) e mostra a lista completa no final. Clique no número para ir até a referência.
- Quando é o contrário: as fontes discordam. A gente não escolhe um lado em silêncio. As duas versões aparecem, cada uma com a sua fonte, e a divergência pode virar uma pergunta de pesquisa.
Níveis de confiança
Na hora da carga, cada afirmação é guardada com dois rótulos. Eles servem para a revisão e para organizar o banco; a página não mostra um selo de confiança em cada linha, e sim a fonte de cada informação (as notas numeradas) e os avisos “gnose pessoal”, “gerado por IA” e “a revisar”.
Quão bem documentado
- Alta: bem documentado em fonte sólida.
- Média: documentado em parte, ou com ressalva da própria fonte.
- Especulativa: interpretação ou gnose, não fato verificado.
Na dúvida, a ficha sempre rebaixa a categoria.
De que tipo é a fonte
- Fonte primária (textos antigos).
- Fonte acadêmica secundária.
- Tradição esotérica.
- Astrologia moderna.
- Experiência do Laboratório Estelar.
- Gnose pessoal e inferência.
Um fato de texto antigo e uma impressão pessoal ficam registrados adequadamente.
Onde cada coisa aparece
As seções da ficha viram, quase uma a uma, as abas da página. Cada informação mora em um lugar só, para não se repetir.
| Aba | O que entra |
|---|---|
| Astronomia | Identificação, dados técnicos (distância, magnitude…), asterismos, história, observação. |
| Nomes | Nomes alternativos, cada um com a cultura e a fonte. |
| Mitos | Tradições culturais, mitologia e divindades associadas. |
| Astrologia | Simbolismo e leituras de estrelas fixas, separadas por autor. |
| Magia | Correspondências (pedra, erva, cor…), agrupadas por tipo, e notas da tradição. |
| Orações | Saudações, encantamentos, invocações e canalizações, com crédito. |
| Gnose pessoal | Experiências de pessoas do grupo, sempre com o nome de quem viveu. |
As páginas de constelação seguem o mesmo caminho, com a mesma ficha e as mesmas regras.
Gnose e textos de IA
- Pesquisa e gnose são coisas diferentes. A pesquisa traz o que está documentado. A gnose traz o que as pessoas sentiram e receberam na prática. Uma não corrige a outra: se discordam, as duas aparecem, e a gnose leva um selo próprio.
- Crédito sempre. Canalizações e relatos aparecem com o nome de quem os escreveu. A autora do projeto aparece como Aileen Daw.
- Texto escrito por IA tem selo. Se uma saudação, um encantamento ou uma mensagem foi gerada por IA, a página mostra “Gerado por IA”, e nunca atribui o texto a uma pessoa.
- Algumas áreas pedem login. Orações e gnose pessoal só aparecem para quem entrou no site.
Cuidados técnicos
- Tudo ou nada. Cada ficha é gravada numa única transação: se há um erro (uma referência citada que não existe, por exemplo), nada é gravado e o programa lista o problema.
- Rodar de novo não duplica. Cada linha tem uma identidade própria; numa nova carga, o que mudou é atualizado e o resto fica igual.
- Texto limpo. Todo texto formatado passa por um filtro que remove código indevido antes de ser guardado.
- Material privado fica de fora. O programa compara o que seria publicado com arquivos reservados e descarta o que for igual.
- Contribuições da comunidade passam por moderação antes de aparecer para todo mundo.